Google+ Followers

sexta-feira, 21 de novembro de 2014

Fotos da aula prática sobre "blog" na sala de informática.




O professor Lucas ensina a usar a internet.


O interesse é total.




Exercício de boa convivência.



O professor Lucas dá mais informações.

Adicionar legenda






 


Conhecendo o blog da escola.


O mundo das fadas na tela do computador.


O encanto da "descoberta".

terça-feira, 18 de novembro de 2014

DIA DA BANDEIRA - 19 DE NOVEMBRO



COMO FOI CRIADA A BANDEIRA DO BRASIL?


 

 O projeto de criação da Bandeira do Brasil é de autoria do professor Teixeira Mendes, que era seguidor de Augusto Comte e o presidente do Apostolado Positivista do Brasil. Nesse trabalho, recebeu a contribuição de Miguel Lemos e do Prof. Manuel Pereira Reis, que era catedrático de Astronomia da Escola Politécnica. O desenho foi feito pelo pintor Décio Vilares.

QUANTAS BANDEIRAS O BRASIL JÁ TEVE?

A maioria dos historiadores define como dez o número de bandeiras históricas do Brasil desde o descobrimento.
O Dicionário Aurélio, define Bandeira Nacional como um "pedaço de pano, ordinariamente retangular, de uma ou diversas cores, às vezes com um emblema e até uma legenda, e que serve de distintivo de nacionalidade ou de indicativo de sua soberania". Nacionalidade significa “o complexo de caracteres que distinguem uma nação, como a mesma história, as mesmas tradições comuns, etc". Soberania é a "propriedade que tem um Estado de ser uma ordem suprema que não deve a sua validade a nenhuma outra ordem superior".
Conclusão dessas definições, é que o Brasil só pode ser considerado um Estado soberano, dotado de nacionalidade própria, a partir de sua Independência, que ocorreu em 1822, o que induz à afirmação de que possuímos apenas quatro bandeiras nacionais brasileiras: a bandeira do Reino do Brasil, a imperial, a do governo provisório republicano e a republicana.
Contudo, após a Proclamação da República, tivemos apenas duas: a primeira, “Bandeira Provisória da República”, foi instituída com a queda da Monarquia no Brasil em 15 de novembro de 1889 e substituiu a Bandeira Imperial. Foi hasteada na redação do jornal “A Cidade do Rio”, na Câmara Municipal e no navio “Alagoas”, que conduziu a família imperial ao exílio. Inspirada na bandeira americana, a Bandeira Provisória da República era composta de 13 listas verde-amarelas, dispostas em sentido horizontal, com um retângulo azul no canto superior esquerdo, cravado de 21estrelas.
Tremulou como símbolo do Brasil republicano entre os dias 15 e 19 de novembro de 1889, quando então o governo provisório instituiu a bandeira definitiva. Daí a comemoração do dia 19 de Novembro como o “Dia da Bandeira ”.

A BANDEIRA SEMPRE FOI COMO A ATUAL?

A Bandeira Nacional quando foi criada, possuía 21 estrelas, representando os 20 Estados e a Capital, que na época era o Rio de Janeiro. Em 1960, com a mudança da capital para Brasília e com a criação do Estado da Guanabara, foram acrescentadas duas novas estrelas à Bandeira Nacional. Em 1962, com a criação do Estado do Acre, foi acrescentada mais uma estrela e, em 1975, com a extinção do Estado da Guanabara e a criação de Mato Grosso do Sul, a estrela “Alphard” passou a representar o novo estado.
A ultima modificação da Bandeira Nacional ocorreu em 1992, com a criação dos Estados do Amapá, Rondônia, Roraima e Tocantins, quando foram acrescentadas quatro novas estrelas na nossa Bandeira Nacional.

O QUE DIZ A LEI?

- A Bandeira Nacional deverá permanecer permanentemente hasteada no topo de um mastro especial, plantado na praça dos Três Poderes, em Brasília, como símbolo perene da pátria. Sua substituição é feita com solenidades especiais no primeiro domingo de cada mês, devendo o novo exemplar atingir o topo do mastro antes que o exemplar substituído comece a ser arriado.

- Obrigatoriamente a Bandeira Nacional é hasteada diariamente nos seguintes locais:

no palácio da Presidência da República;
nos edifícios-sede dos Ministérios;
nas casas do Congresso Nacional;
no Supremo Tribunal Federal e nos Tribunais Superiores;
nos edifícios-sede dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário dos Estados e do Distrito Federal;
nas Prefeituras e Câmaras Municipais;
nas repartições federais, estaduais e municipais situadas na faixa de fronteira;
nas missões diplomáticas, delegações junto a organismos internacionais e repartições consulares de carreira;
nas unidades da marinha mercante.

- A bandeira Nacional pode ser hasteada ou arriada a qualquer hora do dia ou da noite. Normalmente o hasteamento é feito às 8 horas e o arriamento às 18 horas, devido à claridade do dia. Somente no dia 19 de novembro, Dia da Bandeira, há um horário determinado para o hasteamento: às 12 horas, com solenidades especiais.

- Obrigatoriamente a Bandeira Nacional deve ser hasteada em dias de festa ou de luto nacional, em todas as repartições públicas, nos estabelecimentos de ensino e sindicatos.

- Nas escolas públicas ou particulares também é obrigatório seu hasteamento pelo menos uma vez por semana, durante o ano letivo.

- Durante a noite a Bandeira deve ficar sempre devidamente iluminada.

- Quando várias bandeiras são hasteadas ou arriadas simultaneamente, a Bandeira Nacional deve ser a primeira a atingir o topo e a última a dele descer.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Curiosidades sobre "Poluição Visual"

 

Vídeo feito pela Dâmala, Raquel e outros alunos que se formarão este ano quando estavam no 6º ano.

 
 
video


segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Curiosidade sobre o trigo - a semente da civilização

 

10 de Novembro: Dia do Trigo

    Há lendas sobre o trigo em quase todas as religiões: os egípcios atribuíam o seu aparecimento à deusa Ísis; os fenícios, a Dagon; os hindus, a Brama; os Árabes, a São Miguel; os cristãos, a Deus.
O trigo foi o primeiro cereal que o ser humano aprendeu a cultivar. Através dos séculos, ele passou a estocar o excedente como alimento de consumo para o inverno e a semente para um novo plantio. O ser humano passou então a se fixar nas regiões onde as condições de solo e clima eram mais favoráveis ao seu cultivo. Aos poucos, sem a necessidade de sair à procura de alimentos, os povos nômades foram se transformando em agricultores. Por outro lado, a troca de informações e experiências trouxe o desenvolvimento da linguagem e, mais tarde, de sí­mbolos, iniciando-se, assim, os rudimentos da comunicação escrita. Por isso, as sementes do trigo são chamadas também de "sementes da civilização".
No início, o triticum vulgare, o trigo, era triturado entre pedras rústicas para dar origem à farinha. No primeiro milênio a.C., os gregos fizeram importantes mudanças na moagem dos grãos, utilizando-se de ampulheta, que girava continuamente sobre os grãos. Mais tarde, as mós passaram a ser movimentadas por animais e escravos.

A indústria da moagem foi criada pelos romanos. Os moinhos, localizados nas grandes cidades, eram constituídos de conjuntos de mós de ampulheta e peneiras. Outros meios mecânicos começaram a ser utilizados, como as rodas hidráulicas e as pás movidas pela energia eólica. Mais tarde, surgiram as máquinas peneiradoras, purificadoras, com cilindros movimentados a vapor e, posteriormente, pela energia elétrica.

No Brasil, o trigo certamente foi introduzido pelos portugueses. Sua cultura começou em 1534, quando as naus de Martim Afonso de Sousa trouxeram as primeiras sementes para serem lançadas às terras da capitania de São Vicente. Depois, foi difundida para todas as capitanias, chegando à ilha de Marajó, cujas plantações se tornaram muito famosas.


Fonte: http://www.agricolahorizonte.com.br/noticia.php?id=36